Não é que odeie felicidade alheia
Não é que odeie felicidade alheia. Não odeio. Fico, aliás, contente com a felicidade de outros. Sim, vou falar de pessoas que se juntam.
Toda a gente fica contente quando pessoas amigas encontram a pessoa que as faz feliz e eu não sou exceção. Mas deixa sempre um gosto amargo. Cada par novo, cada par feliz, cada par junto é como uma pequena lembrança. Uma lembrança em forma de faca que te lembra do quão miserável a tua vida amorosa realmente é. Nenhuma rapariga te amou verdadeiramente. Não foste mais que um brinquedo nas mãos de qualquer uma. Deste-te a quem não merecia sequer atenção de ti. Tudo te dizia para estares quieto, para deixares de fazer sempre a mesma merda, que sofrimento é inevitável. Quão não certo estava eu. Parcialmente.
Apareceu ela. A exceção. A que me fez lutar quando tudo me dizia o contrário. A que me fez crer que eu poderia algum dia ser feliz. Não sei o que me levou ao pensamento e à hipótese insana de que alguma vez ela se iria apaixonar por mim e que seríamos felizes como nunca. que tratar-nos-íamos e compreender-nos-íamos como nunca ninguém o tinha feito.
Ciúme. Muito ciúme. Falta de atenção. Tudo isto me magoa.
Mas a culpa não é tua e nunca ta vou atribuir. Sou em que tenho o vício de ser otimista, inconscientemente, quando não quero. Já estive perto de chorar hoje, fiz de tudo para tentar esquecer que és a melhor rapariga do mundo mas que nunca ou muito dificilmente ficaremos juntos. Continuo a amar-te tanto.
Depois de ti, dificilmente alguém.
Toda a gente fica contente quando pessoas amigas encontram a pessoa que as faz feliz e eu não sou exceção. Mas deixa sempre um gosto amargo. Cada par novo, cada par feliz, cada par junto é como uma pequena lembrança. Uma lembrança em forma de faca que te lembra do quão miserável a tua vida amorosa realmente é. Nenhuma rapariga te amou verdadeiramente. Não foste mais que um brinquedo nas mãos de qualquer uma. Deste-te a quem não merecia sequer atenção de ti. Tudo te dizia para estares quieto, para deixares de fazer sempre a mesma merda, que sofrimento é inevitável. Quão não certo estava eu. Parcialmente.
Apareceu ela. A exceção. A que me fez lutar quando tudo me dizia o contrário. A que me fez crer que eu poderia algum dia ser feliz. Não sei o que me levou ao pensamento e à hipótese insana de que alguma vez ela se iria apaixonar por mim e que seríamos felizes como nunca. que tratar-nos-íamos e compreender-nos-íamos como nunca ninguém o tinha feito.
Ciúme. Muito ciúme. Falta de atenção. Tudo isto me magoa.
Mas a culpa não é tua e nunca ta vou atribuir. Sou em que tenho o vício de ser otimista, inconscientemente, quando não quero. Já estive perto de chorar hoje, fiz de tudo para tentar esquecer que és a melhor rapariga do mundo mas que nunca ou muito dificilmente ficaremos juntos. Continuo a amar-te tanto.
Depois de ti, dificilmente alguém.